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Especialista e referência em Cripto ativos, Wellington Ogioni explica o que devemos saber antes de investir em Ethereum

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Wellington Ogioni

As moedas digitais estão bombando no mercado financeiro, pois os indivíduos passaram a reconhecer o valor daquilo que acontece exclusivamente no âmbito online. Todos os dias milhares de operações são realizadas para comprovar a movimentação agitada que as criptomoedas causam no cenário atual.

As bitcoins aparecem como as grandes protagonistas no universo das criptomoedas, porém, não são as únicas. O investidor brasileiro Wellington Ogioni decidiu usar sua relevância e experiência em finanças descentralizadas e criptomoedas para apontar algumas orientações necessárias em torno da Ethereum, que vem ganhando novas – e grandes – proporções.

“Ethereum é a segunda maior criptomoeda em volume, mas seus muitos usos podem criar uma curva de aprendizado muito maior para novos investidores do que o Bitcoin”, afirmou ele. “O Ethereum serve a dois propósitos: um, ele atua como dinheiro e pode ser uma reserva de valor”, diz Wellington Ogioni. “Mas o Ethereum também é como uma estrada para finanças descentralizadas”.

O que é Ethereum e como ela funciona?

Wellington Ogioni

Especialista e referência em Cripto ativos, Wellington Ogioni explica o que devemos saber antes de investir em Ethereum

A Ethereum não cria valor como uma espécie de ‘ouro digital’, igual o Bitcoin, mas sim funciona como uma plataforma de software que roda em blockchain. Os usuários interagem por meio do ether, a criptomoeda associada ao Ethereum. “O criador do Ethereum percebeu que o Bitcoin é como uma calculadora de bolso, projetada para fazer uma coisa, e faz isso muito bem, mas você não pode fazer mais nada com isso”, diz Wellington Ogioni especialista em Cripto ativos.

Para tornar a dinâmica mais fácil, basta comparar a Ethereum com um smartphone. “Os desenvolvedores podem criar aplicativos em smartphones, da mesma forma que podem criar aplicativos no Ethereum. Embora os aplicativos para celular tenham uma aplicabilidade mais universal hoje em dia, os aplicativos Ethereum são mais voltados para usuários de criptomoedas. Com o exemplo do aplicativo de empréstimo, um desenvolvedor pode criar o aplicativo, que outros usuários de criptomoedas podem usar para emprestar”.

“Os contratos inteligentes que alimentam esses aplicativos são basicamente apenas algoritmos projetados para executar uma função específica quando certas condições são atendidas. Os benefícios potenciais de usar um contrato inteligente em vez de um credor tradicional incluem velocidade de execução, ausência de erro humano ou viés e taxas mais baixas”.

Então, para conhecer essa e outras informações sobre as criptomoedas, acompanhe Wellington Ogioni nas redes sociais.

** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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Marcus Lehman

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