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Pix terá novas regras para usuários em 2023

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O Banco Central anunciou este mês que o método de pagamento instantâneo, PIX, passará por uma série de mudanças em 2023, já a partir do dia 2 de janeiro. Com o objetivo de facilitar e oferecer mais segurança e flexibilidade nas transações, as operações deixarão de ter um valor limite por transação. Será possível, por exemplo, transferir todo o limite diário disponível na conta em um único envio.

O BC também retirou o limite das transferências para contas de pessoas jurídicas, como empresas, que agora será determinado pelas regras de cada instituição financeira. Outras novidades são referentes às funcionalidades de saque e troco da ferramenta.

O limite noturno também será alterado. Os usuários poderão optar por escolher se querem que a faixa de horário que limita o valor das operações noturnas comece apenas depois das 22h, ao invés das 20h, como funciona hoje. Atualmente, é possível sacar apenas R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 no período da noite. A partir de 2023, os limites passam para R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente.

Para o especialista em Finanças e Planejador Financeiro, Marlon Glaciano, as mudanças podem ser boas, e destaca uma delas: “As aposentadorias, por exemplo, poderão ser pagas por PIX, com isso salários pagos pelo governo poderão ser liberados via PIX, o que facilitará muito a vida das pessoas. Outra questão é que o usuário terá mais liberdade, já que que o cliente do banco terá liberdade total do valor que desejar efetivar, respeitando o limite configurado por período”, destaca.

Mesmo com as mudanças, é preciso ficar alerta quanto a segurança das transações, já que os golpes de PIX crescem a cada dia. Como lembra o Advogado Criminal e Penal, Paulo Victor Lima: “Os golpes mais usados são: clonagem de dados; invasão de dispositivos de bancos e o mais comum é quando os fraudadores se passam por agentes do banco para conseguir informações sigilosas. Caso caia num golpe, o primeiro passo é entrar em contato com seu banco, alterar suas senhas e chaves de segurança, verificar se houve algum tipo de saque ou transferência e, por fim, comunicar às autoridades fazendo um registro de ocorrência. Importante sempre verificar os dados do destinatário da transferência. Usar uma Internet segura para fazer as transações. Evitar fazer usando Wi-fi de redes de locais públicos. Isso ajuda a evitar hackers.”, orienta o especialista.

Foto: Paulo Victor Lima, advogado criminal

** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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Marcus Lehman

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